Friday, November 7, 2008

Sabem que há metais raros na Amazônia utilizados para produzir energia

Os catalisadores de veículos e as células de combustível, por exemplo, dependem de platina. Mas esta poderá estar esgotada em 15 anos, se todas as centenas de milhões de veículos no mundo as utilizarem. O índio, usado em celulares, poderá esgotar-se em tempo ainda menor, 5 a 10 anos, assim como o háfnio (usado em chips de computadores) e o térbio (bulbos). O tântalo, também usado em celulares, pode durar só de 20 a 30 anos. O antimônio, 10 anos. Zinco, cobre, níquel e fósforo, utilizados em fertilizantes, poderão esgotar-se em futuro não muito distante. Essas perspectivas já estão tendo forte influência na formação de preços. O índio, por exemplo, em três anos, multiplicou por quase 20 seu valor.

Segundo a New Scientist, o Brasil tem situação privilegiada em vários minérios: 8% do alumínio já identificado no mundo, 8% do háfnio, 6% do níquel, 48% do tântalo, 22% do estanho e 5% do urânio.
Quando as potências não tiverem mais esses metais, que actualmente compram á China, onde os irão buscar?

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