Wednesday, December 31, 2008

Viciados em petróleo - 5 -

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Será esta a alternativa?

Monday, December 22, 2008

Viciados em Petróleo - 4 -

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Este epidódio é mais uma contribuição que leva á conclusão do "fim da era do petróleo

Sunday, December 21, 2008

Viciados no Petróleo - 3 -

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Esta terceira parte do documentário faz uma antevisão com base num rigor de previsão de cenários

Saturday, December 20, 2008

Viciados no Petroleo - 2 -

Este segundo documentário demonstra á evidência que o petróleo está parcialmente condenado pelos avanços tecnológicos.


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Friday, December 19, 2008

Viciados no Petroleo

videoEste documentário e os que se seguirão mostra que o petroleo vai desaparecer em certas areas pelo avanço da tecnologia e não pela sua escassez. O ambiente será priveligiado com a eletricidade não puluente

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Thursday, December 18, 2008

alternativas - qual a decisão?





Angra 1 encontra-se em operação desde 1982 e fornece ao sistema elétrico brasileiro uma potência de 657 MW. Angra 2, após longos períodos de paralização nas obras, inicia sua geração entregando ao sistema elétrico mais 1300 MW, o dobro de Angra 1.
A Central Nuclear de Angra, agora com duas unidades, está pronta para receber sua terceira unidade. Em função do acordo firmado com a Alemanha, boa parte dos equipamentos desta usina já estão comprados
e estocados no canteiro da Central, com as unidades 1 e 2 existentes, praticamente toda a infraestrutura necessária para montar Angra 3 já existe, tais como pessoal treinado e qualificado para as áreas de engenharia, construção e operação, bem como toda a infraestrutura de canteiro e sistemas auxiliares externos. Desta maneira, a construção de Angra 3 é somente uma questão de tempo.





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Thursday, December 4, 2008

O gás natural como uma energia do presente e do futuro


TARIJA (Bolívia). A pressão do gás que brota do poço Sábalo I — um dos quatro explorados pela Petrobras no campo de San Antonio, no Sul da Bolívia — é tão forte e ruidosa que só é possível se aproximar do local usando protetores de ouvido. Sábalo I, sozinho, produz por dia três milhões de metros cúbicos de gás, mais do que os 800 poços da Petrobras em Urucu (AM) juntos. Mas a pressão que vem das profundezas do solo do Gran Chaco boliviano, onde estão as maiores reservas de gás do país, não assusta a Petrobras. O que tira o sono de seus dirigentes há dias é outro tipo de pressão: o risco da nacionalização ou mesmo da expropriação de suas atividades, promessa de campanha do presidente Evo Morales, prestes agora a virar um decreto governamental. A Petrobras é alvo de uma perigosa campanha de tons xenófobos que se espalha pela Bolívia, principalmente nas regiões indígenas do altiplano, e mira o Brasil, visto por lá como um usurpador das riquezas de um país historicamente assolado pela miséria.Com mais de US$ 1 bilhão investido na exploração, no transporte e no refino de gás e petróleo na Bolívia, a Petrobras é o principal ator da economia do país. Responde por 15% do Produto Interno Bruto (PIB, conjunto das riquezas produzidas em um ano), 20% da arrecadação fiscal e 98% da capacidade de refino bolivianos. Os números temperam os discursos inflamados que transformam as empresas brasileiras em “títeres do imperialismo”, uma das expressões prediletas de Jaime Solaris, secretário-geral da Central Operária Boliviana (COB) e uma das vozes mais radicais do país.


 
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