
Quem controla a energia controla toda a capacidade de realizar trabalho. As velhas oligarquias brasileiras jogam uma cartada estratégica como um verdadeiro ‘global player’, como gostam de se afirmar. Sua presença internacional, seja no Haiti, seja em Gana (aqui inaugurando um centro de pesquisa da Embrapa), faz parte dessa estratégia dos grandes latifúndios empresariais monocultores de exportação.
É patente a ligação entre o exponencial e meteórico aumento dos preços do petróleo e os interesses no etanol e no biocombustível. A migração de grandes capitais para esse setor demonstra o quanto os donos do poder de hoje procuram se mover para controlar a nova matriz energética. Afinal, a energia é a capacidade de realizar trabalho e o trabalho é a capacidade de transformar a matéria. Por isso, a energia é a matéria das matérias a ser controlada.
É patente a ligação entre o exponencial e meteórico aumento dos preços do petróleo e os interesses no etanol e no biocombustível. A migração de grandes capitais para esse setor demonstra o quanto os donos do poder de hoje procuram se mover para controlar a nova matriz energética. Afinal, a energia é a capacidade de realizar trabalho e o trabalho é a capacidade de transformar a matéria. Por isso, a energia é a matéria das matérias a ser controlada.



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